Metro o que? Metrossexual, ô! Nada de dizer que homem que é homem não se preocupa com a própria beleza. Isso já está mais que ultrapassado. O termo surgiu nos Estados Unidos, há cerca de uma década, e logo virou febre. Justificativa certa para os marmanjos que gostam de um cuidadozinho aqui, de um reparo ali, de tratamentos, cremes e boas roupas. Libertem-se do machismo! A metrossexualidade veio para ficar, e as marcas de cosméticos voltadas para esse público têm crescido cada ano mais.
Em 2002 é que o termo se popularizou, depois que foi publicado um artigo do jornalista britânico Mark Simpson, no qual ele citava David Beckham como exemplo conhecido de metrossexual, já que o jogador gostava (e ainda gosta) de passar o dia nas compras, ajeitar as unhas, ir ao cabeleireiro e cuidar do corpo.
Aqui no Brasil a palavra também fez coro, na vaidade de famosos como Roberto Justus e Márcio Garcia, homens assumidamente preocupados com a aparência.
“Um David Beckham da vida que pinta unha, tira sobrancelha... Tenha santa paciência, né? Jamais faria. Agora, se cuidar de si próprio, ter uma vaidade dentro dos limites, é considerado ser metrossexual, pode chamar do que quiser. Passou desse limite, já é outra coisa. Não sei nem que denominação dar”, já declarou Justus em uma entrevista.
Aproveitando essa onda...Os centros de estética já inventaram serviços como o “spa day man”, oferecendo um dia de príncipe para os homens vaidosos de plantão.



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