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sábado, 23 de maio de 2020

O pai do meu amigo - Conto



Conto extraído do blog Casa dos Contos.
Oi galera,
Meu nome é Fabio, me chamam de fabinho, eu sou branco tenho 1,70m 71kg cabelos loiros olhos azuis e meu pau tem 18cm não é muito grandão não, mas é gostoso.Não vou revelar minha idade, mas ainda sou bem novo heheh. Vou contar o que aconteceu no inicio desse ano comigo e o pai de um amigo meu, o Sr. João.
Tenho um amigo chamado Paulo e nós estudamos juntos desde pequenos e eu sempre vou na casa dele e ele sempre vem na minha casa, eu gosto muito da família dele e principalmente do pai dele, o sr. João. Diferente da minha família que é toda de brancos, todos da família do Paulo são negros, mas de todos eles o sr. João, pai dele, é o mais negro, ele é bem escuro e parece um africano de verdade, tem 1,86m pesa uns 96kg tem as pernas grandes e grossas, bração forte, costas largas, uma barriguinha que eu acho muito sexi, uma bunda bem grande e redonda, um rosto com traços fortes, nariz largo e uma boca com lábios bem carnudos e grandes, e claro sem contar que tem um grande volume entre as pernas, como quase todo negão.
Eu sempre gostei muito de homens negros, e por isso mesmo adorava ir na casa do paulo, porque eu adorava encontrar o pai dele e conversar com ele, sempre fui muito bem recebido na casa deles, e o sr. João ja me pegou varias vezes olhando pra ele, pras pernas dele, pros lábios dele e principalmente pra bundona que ele tem. Ele percebia me olhava e dava um sorriso, eu pensava que ele estava sendo apenas simpático com o amigo do filho dele. Eu sempre tocava punheta pensando nele, e ainda toco.
Quando foi em janeiro desse ano, eu fui uma sexta-feira de tarde na casa do Paulo, pra passar o tempo, jogar video-game ou fazer qualquer coisa, mas quando eu cheguei tive uma surpresa: toquei a campainha e quem veio abrir a porta foi o sr. João, ele estava sem camisa, só usava um calção vermelho tipo de jogador de futebol, mas meio curto e apertado mostrando bastante suas coxas grossas e bem escuras e marcando aquele bundão redondo delicioso. Ele abre a porta e diz:
_Opa fabinho, o Paulo não está, ele viajou de carro com a mãe dele e a irmã. Só vão voltar na segunda-feira, foram pra casa da minha sogra.
Eu fiquei meio gelado, pensando que aquele macho negão que eu sempre quis tava ali sozinho em casa. Eu não conseguia para de olhar pro torax grande, pra barriga, pros braços, pra todo corpão daquele homem negro delicioso. Ai eu falei:
_Poxa sr. João, ta bom então eu to sem nada pra fazer em casa, ai resolvi vir aqui...
Ele, sempre muito simpático, disse:
_Eu to aproveitando que eu to sozinho pra dar uma organizada aqui no quintal, tem muita tranquerada guardada, to dando uma geral, se você quiser me ajudar,pelo menos já arruma o que fazer.
Claro que aceitei na hora, passar a tarde do lado daquele homenzão negão era o melhor programa que existia mesmo.
Então entramos e fomos direto pro quintal, ja estava tudo meio espalhado, umas caixas com ferramentas e algumas tábuas e coisas antigas. Tirei minha camisa e fiquei só de bermuda também e fomos tirando as coisas do lugar, vendo o que ainda servia e o que não prestava mais, e eu sempre olhando pro corpo daquele homem. Estava um dia muito quente, o sr. João transpirava muito e já estava com o corpo molhado de suor, quanto mais ele transpirava mais o corpo dele exalava o melhor cheiro do mundo: cheiro de macho negro. Eu ficava hipnotizado com o cheiro daquele homem, e não conseguia mais disfarçar minhas olhadas pra ele. Sr. João me pegava olhando varias vezes pra ele, e só me olhava de volta e dava um sorriso com aquela boca deliciosa. No fim da tarde terminamos de organizar tudo, estávamos bastante suados pelo esforço, os dois sem camisa, então sr. João chega perto de mim e me da um abraço dizendo.
_Muito obrigado por me ajudar aqui com essa bagunça, fabinho.
Eu fico paralisado, sentindo aquele corpo quente, negro se aproximar de mim, o peito molhado de suor encostando no meu, o cheiro dele inundando meu nariz e me deixando maluco. Retribuo o abraço e passo minhas mãos pelas costas negras e grandes do sr. João dizendo meio sem graça tentando esconder meu tesão:
_Que isso sr. João, não foi nada...
Então ele fala:
_Vamos aqui na cozinha que eu vou fazer um suco pra gente.
Então entramos, fomos pra cozinha e eu olhando ele dos pés a cabeça, me concentrando pra disfarçar meu tesão por ele, e ele falando coisas como "gosto muito que o Paulo tenha um amigo como você" e esse tipo de coisa, eu nem prestava muito atenção no que ele dizia, estava enfeitiçado pela cor daquele homem, por aquele corpo gostoso de macho, até que ele para na minha frente e fala:
_Você gosta mesmo de me olhar né, garoto?
Nossa, isso foi como um tiro, eu comecei a tremer, enguli seco e não sabia nem como responder nada. Ele percebeu meu susto e desconversou rindo:
_Mas e aí, Fabinho, você e o Paulo andam aprontando muito?
E eu:
_Aprontando? Como assim?
Ele:
_É Fabinho, com as garotas, sabe? Vocês já estão crescidos, ja está na hora de começarem a namorar... não tem nenhuma garota la na escola não?
Ele da um sorriso meio malicioso e me olha. Eu ainda gelado e tremendo respondo:
_Tem sim...
Ele termina o suco, chega perto de mim que to parado encostado perto do armário, ele então ergue os braços pra pegar os copos guardados em cima, e na mesma hora sobe aquele cheiro de macho negro, bem forte, bem masculino, eu respiro fundo pra inalar o máximo que eu posso, ele percebe e fala:
_Nossa, vou tomar um banho senão vou matar você sufocado com o cheiro do meu suvaco, hehehe...
E eu no impulso meio sem pensar falo baixo:
_Eu adoro esse cheiro...
Ele para, olha pra mim mais sério e questiona:
_Como é, fabinho, adora esse cheiro? Gosta do cheiro do CC do negão aqui?
Eu mais uma vez fiquei gelado e não sabia onde enfiar a cara, tentei concertar dizendo:
_Nã...não! Quer dizer.. eu disse que não tem problema...
Ele então para tudo que está fazendo, me pega pelo braço e me diz:
_Vem cá, fabinho, senta aqui...
Me coloca sentado numa cadeira e se senta em uma outra cadeira de frente, bem perto de mim:
_Fabinho, olha você pode se abrir comigo, gosto muito de você garoto, não precisa ter medo de mim. Eu já te peguei olhando pra mim e pro meu corpo um punhado de vezes, e sabe eu até gosto quando você fica me olhando...
Eu tava meio assutado, mas perguntei:
_Gosta?
E ele continuando:
_Sim, fabinho, gosto! Você é um menino muito boa gente, e muito boa pinta também garoto. Pode dizer a verdade, você me olha só por curiosidade ou é por interesse mesmo?
Eu tava muito inseguro de responder, mas meu tesão era muito grande, então tomei coragem e disse:
_Olha sr. João, desde a primeira vez que eu vi você quando eu ainda era um mulequinho que eu fiquei impressionado, e hoje em dia eu não consigo olhar pra você sem ficar com muito tesão. Eu adoro a sua cor, adoro o seu corpo, o seu cheiro...
Ele me interrompeu:
_Ah, então você gosta mesmo do cheiro do CC do negão aqui, né? - E eu respondi:
_Sim, eu adoro o seu cheiro sr. João, você é um tesão todo!
Ele me pega pelo braço me puxa pra cima dele:
_Vem cá, fabinho, senta aqui no meu colo...
Me coloca sentado no colo dele, eu tava delirando de emoção e de tesão, não acreditava que aquilo estava acontecendo de verdade, o meu maior sonho erótico se realizando. Ele então levanta os braços, cruza as mãos atras da cabeça e diz:
_Toma, já que você gosta do cheiro do meu CC, pode cheirar a vontade. Hoje como não saí de casa eu nem passei desodorante, to com o suvaco bem suadão pra você... pode cheirar!
Nossa eu fui ao delírio!!! O cheiro estava bem forte mesmo, cheiro de macho, melhor, cheiro de macho negão!!! Eu cheirava muito, respirava profundamente com o nariz encostado no suvaco do sr. João. Não aguentei mais e comecei a lamber o suvaco dele, lambia tudo, sentia o gosto forte daquele macho, lambia o peito dele o pescoço, tudo, estava completamente louco por ele. Ele segura minha cabeça com as duas mão aproxima o rosto dele do meu e diz:
_Nossa garoto, você gosta mesmo né? Ninguém nunca demonstrou tanto tesão por mim desse jeito, nem minha mulher...
Eu ainda com o rosto bem perto do dele, e olhando pros lábios carnudos dele, disse:
_Sr. João, você é o que eu sempre quis pra mim! Sempre toquei muita punheta pensando em você no seu corpo, no seu cheiro, na sua bunda...
Ele então me deu o melhor beijo de língua da minha vida!!!! Aquela boca grande, beijando a minha, aquela língua quente e molhada invadindo minha boca, um beijo bem quente, bem molhado, com muita saliva, ele explorando minha boca com a língua dele, eu chupando a língua dele, sentindo o sabor da saliva daquele macho, chupando os lábios carnudos dele. Olha, só quem já beijou um negro com bocão sabe do que estou falando.
Eu sentado no colo dele, beijando muito aquele macho negro, a respiração dele cada vez mais forte e eu sentindo o volume do short dele crescer e endurecer cada vez mais. O meu pau doía de tão duro, ia explodir a qualquer momento.
Então ele parou, e falou pra gente ir pra sala, e fomos. Deitei no sofá então ele tirou minha bermuda me deixando só de cueca com o pau duro querendo rasgar minha cueca que já tava toda melada de tesão. Ele parou na minha frente, me olhando com uma cara de safadão, baixou o short vermelho e ficou só de cueca que tava com um volume enorme dentro dela, com o pauzão dele muito duro. Ele deitou em cima de mim e começamos a nos beijar de novo com muita intensidade enquanto a gente esfregava nossos paus bem duros um no outro. Foi tão gostoso e a gente só parava de beijar pra gemer porque o tesão era sufocante.Ficamos um tempão assim abraçados, ele em cima de mim, me beijando, eu passando minhas mãos pelas costas grandes e negras dele, me excitava muito ver o contraste da minha pele branca colada na pele negra dele.
Eu então gemendo de tesão falei no ouvido dele:
_Ai, sr. João, num to aguentando mais de tesão, chupa o meu pau?
Ele parou de me beijar, eu me sentei no sofá ele baixou na minha frente baixou minha cueca pegou meu pau que tava bem duro, quente e vermelho e começou lamber meu saco. Eu me arrepiava inteiro, aquele macho negro, com aquela língua quente gostosa lambendo meu saco. Eu abria bem as pernas e ele lambia saco, virilhas, chupava uma bola, depois a outra eu gemia alto, dizendo que tava delicioso, que era melhor coisa que eu ja senti na vida. Então aqueles labios grandes começaram a engulir meu pau, e eu pirei. Que sensação maravilhosa meu pau duro dentro da boca quente e gostosa do sr. João, ele chupou e logo eu gemendo avisei:
_Ai, ai que gostoso, ai assim vou gozar...ai sr. João...ai vo gozar...vo gozar...
E inundei a boca do sr. João de porra, ele bebeu tudo e ainda chupou meu pau um pouco depois do gozo, parou e veio me beijar. Que delicia sentir o gosto da minha porra na boca daquele macho negro gostoso.
Beijamos muito ai ele se aproximou do meu ouvido e disse:
_Se você gostou do chero do meu suvaco vem sentir agora o cheiro da minha virilha, vem...
Ele então sentou no sofá, tirou a cueca e abriu bem as pernas. Que tesão de macho tinha um sacão bem grande redondo e enrrugado e o pauzão dele era enorme, tem 24cm e é bem grosso mesmo e o pau dele baba igual o meu.Ele abriu bem as pernas e disse:
_Vem fabinho, vem sentir o cheiro do seu negão!
Nossa e que delicia de chero, o chero da virilha dele era bem forte, um pouco mais forte que o do suvaco, era delicioso!!! Lambi muito quela virilha sentindo o sabor daquele negão, chupei muito o sacão dele chupava as bolas lambia, e depois mamava a pica dele o máximo que eu podia colocar na boca, era bem grossa e naum entrava inteira na minha boca, mas eu chupei o máximo que deu e ele só gemia muito. Cada gemido dele me excitava mais ainda e meu pau ja estava duro feito pedra de novo.
Chupei muito a pica e o saco daquele negro, então comecei a lamber o reguinho e cada vez mais pra baixo e ele cada vez mais abria e levantava as pernas. Então segurei suas pernas levantando bastante e ele ja na posição de frango assado deixou o cu preto dele todo amostra e esse foi o ponto alto da nossa transa. Nunca imaginei que fosse sentir tanto tesão como nessa hora. Eu só estava ali com o nariz bem perto do cu dele, sentindo o aroma daquela bunda negra, daquele cu preto, que chero gostoso, que delicia de prazer, meu pau pulava de tanto tesão. Ele gemia feito um louco, e isso me excitava mais ainda. Fiquei uns dez minutos segurando ele nessa posição só cherando o cu dele, e ele gemendo, quando eu não aguentei mais de tesão cai de boca no cuzão, dei uma lambida naquele cu que foi do inicio da bunda até o saco dele!!!! Ele deu um grito de tesão:
_AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAaaaaaaaaaaaaaaaaaaahhh, porraaaaaaaaaaaaaaaaaaa, aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaahhh ninguem nunca fez isso comigo...aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhh...
Eu enlouqueci, abria bem a bunda dele e chupava, linguava o cu, lambia as nádegas, chupava muito, melava a bunda dele toda de saliva, sentia o gosto daquele cu preto, sentia o chero daquele macho. Eu tava eufórico, não conseguia me controlar, não conseguia parar de chupar o cu daquele negão, e quanto mais eu chupava mais ele gemia. Ai eu falei:
_Sr. João, eu quero muito comer o seu cu, dexa eu meter nesse cu preto dexa? - Ele responde ainda gemendo:
_Ai fabinho,ai... eu dexo tudo que você quiser! Pode fazer o que quiser comigo!!!Ai...
Eu então, ainda segurando as pernas dele na posição de frango assado, levantei e coloquei meu pau durão na mira do cu dele, e fui empurrando. Nossa o cu dele era muito apertado, fui forçando meu pau foi entrando mas era tão apertado que até doía meu pau, mas fui colocando todo... e ele gemia:
_Ai fabinho, devagar.. ai nunca dei não..ai ta doendo...calma...ai...
Com muito esforço consegui colocar o pau todo até as bolas dentro, então parei um pouco pra ele acostumar, e com a pica ainda enfiada dentro dele deitei sobre ele e começamos a nos beijar. Um tempo depois, enquanto nos beijávamos fui fazendo movimentos e enfiando e tirando a pica daquele cu, que aos poucos foi alargando. Que delicia comer aquele macho negro, que delicia sentir aquele beijo enquanto meu pau entrava e saia do cu dele. Eu comia o cu dele e sentia o pauzão dele encostando na minha barriga, muito tesão!
Comecei a fuder bem forte o cu dele, enquanto eu beijava aquela boca gostosa, e ele gemia no meu ouvido:
_Ai fabinho... ai ta doendo...ai...ai tira..tira a pica...ai para ta doendo...para. - e eu respondia:
_Ahh Sr. João, aguenta mais....ta uma delicia esse seu cu..aguenta.. to quase gozando...
E fodia mais, cada vez mais forte, com gosto, e ele continuava chorando com a pica no cu:
_ Ai para, para por favor, ai ta doendo.. ai goza.. ai goza logo... ai
E enquanto ele chorava e gemia na minha pica, eu ia fudendo e meu tesão aumentando até que eu num aguentei e enchi o cu dele de porra:
_ Ahhh ai que delicia de cu preto... aahhh vo gozar... ai vo gozar dentro desse cu!!!! - E ele gemendo!
Gozei e entupi o cu preto dele com meu leite, tirei o pau do cu dele e o cu ja tava mais folgadinho, eu então cai de boca naquele cu chupando muito sentido o sabor dele e enfiando a pontinha da lingua dentro daquele cu negão. Ele gemendo cada vez mais forte anunciou:
_Ahhhhhhhh, aaaaaahhhh vo gozar.... aaaaaaa...
eu então abocanhei aquele pauzão enorme de negão, chupava e engulía o máximo que eu conseguia então comecei a sentir os jatos de porra dele batendo no céu da minha boca. Fiquei com a boca cheia de porra, enguli toda a porra daquele negão, e depois fui beijar a boca dele pra ele também sentir o gosto da porra dele.
Ficamos deitados no sofá, abraçados nos beijando muito, não conseguimos desgrudar naquele dia, nem voltei pra casa, liguei e menti pra minha mãe dizendo que eu ia dormir na casa do paulo, pra ficar jogando com ele. Passamos a noite juntos e fizemos mais sexo durante a noite e no outro dia de manhã também.
Sou apaixonado pelo sr. João, e hoje em dia sempre que da a gente fica junto.
Se algum negro, preferência por bem escuros, maduros e versátil/passivo quiser deixar e-mail pra contato podemos conversar.
abraço pra todos!

Extraído do original Casa dos Contos

domingo, 27 de março de 2011

FLAGRA NA CASA PAROQUIAL - Conto



Pra quem já leu os contos anteriores, sabe que eu fui algumas vezes na casa paroquial para me confessar. As vezes sozinho as vezes com o Carlinhos, o garoto que eu comia e depois ia me confessar com o padreco viado e acabava comendo ele também. Desta vez já vazia uma semana que eu estava na seca porque o Carlinhos tinha viajado com seus pais e só voltaria no outro final de semana. No final da tarde de sábado, como já era costume, tomei meu banho e fui pra casa paroquial, mas não tinha nada de grave pra confessar porque não tinha comido o rabinho do Carlinhos. No caminho fui maquinando como faria pra tirar meu atraso no rabinho do padreco e meu pau já foi ficando duro. Chegando na casa bati na porta e o padreco veio atender. Sorriu ao me ver e mandou que eu entrasse. Perguntou se tinha vindo me confessar e quando disse que sim pediu que eu o acompanhasse até seu quarto. Estranhei o convite porque das outras vezes sempre ficávamos na sala, mas não estava ali pra questionar nada. O quarto do padreco era bastante simples com um armário e uma cama de casal. Não entendi porque a cama era de casal mas também não era da minha conta. O padreco que já estava com sua batina habitual, como se me esperasse, me pediu que sentasse na cama e, sentando-se ao meu lado pediu que eu contasse meus pecados. Contei aqueles baboseiras de chingar, não obedecer, ficar olhando minha mãe tomado banho e mais nada. Quando terminei o padreco me perguntou se não havia nada mais a contar e se eu não tinha estado com o Carlinhos, que ele já conhecia. Quando disse que não ele colocou suavemente sua mão sobre minha perna e perguntou se havia algo mais que o padre poderia fazer por mim. Vi na pergunta minha chance de tentar alguma coisa e, pegando na mão dele e puchando pra cima do meu pau que estava duro desde que eu chegara, disse “você poderia acalmar este pecador” o padre deu um leve sorriso e apertando gentilmente meu caralho disse que estava lá exatamente para tirar meus pecados. Dizendo isso, enquanto com uma mão acariciava meu pau sobre a bermuda, com a outra foi abrindo o zíper para poder tira-la e pediu que eu tirasse minha camiseta. Puchando minha bermuda olhou nos meu olhos e disse – vocevai adorar este final de tarde porque nós vamos cuidar muito bem daquele pecador - Naquele momento não entendi porque ele disse “nós” mas o tesão já não me deixava raciocinar direito. Enquanto tirava a bermuda e minha cueca, fazendo meu cacete pular duro como uma rocha, ele passava a língua suavemente nos meus mamilos. Os bicos ficaram duros em seus lábios e me davam um tesão indescritível. Ele nunca tinha feito aquilo e meu tesão só aumentava. Forçando sua cabeça no meu peito enquanto chupava meus peitinhos me fez deitar em sua cama e ia me punhetando. Foi descendo com a língua por minha barriga até chegar ao meu pau, já todo babado, e lambia ele todo, passando a língua pela cabeça e enfiando na boca até a cabeça tocar sua garganta. Eu estava em êxtase. Enquanto enfiava meu caralho na boca acariciava meu saco me deixando cada vez mais louco. Pediu que eu enfiasse o dedo em seu rabo como sempre eu fazia e disse que no criado mudo estava o gel que já tínhamos usado outras vezes. Enquanto eu pegava o gel ele tirou a batina e como sempre estava sem nada por baixo. Voltou a me chupar enquanto eu enfiava primeiro um dedo em seu rabo e depois dois. Ele rebolava e gemia. Eu gemendo também e já não conseguindo segurar meu gozo disse que queria come seu rabo. Ele disse que me queria todinho enterrado no seu cu pra ele rebolar como uma putinha de quatro pra mim. Passando gel no meu pau ficou de quatro com o rabo bem arrebitado e pediu que eu fosse com carinho, que já estava se acostumado com meu tamanho mas que quando entrava ainda doía um pouco. Me coloquei atrás daquele cuzinho gostoso e fui pincelando meu cacete em seu reguinho pra aumentar seu tesão. Olhando pra mim pediu que parasse de judiar e metesse logo. Pedido feito pedido atendido. Segurei meu pau na entradinha daquele rabinho e comecei a forçar a entrada. Aquele cuzinho piscava de tesão e ao mesmo tempo que eu forçava ele empurrava seu rabo pra trás. Meu caralho foi entrando suavemente maquele cu e ele gemendo de prazer e dor pegava no meu saco por baixo de suas pernas aumentando ainda mais meu tesão. Assim que sentiu meu saco roçando em seu rabo começou a rebolar e gemer cada vez mais alto, Eu já estava quase gozando e me segurava pra aproveitar ao máximo aquele cu. Comecei a estocar cada vez mais fundo e mais rápido e nossos gemidos pareciam um só e senti que o padreco estava gozando sem nem tocar no seu pau. Ele gemia e seu cuzinho piscava apertando meu pau. Com todo aquele tesão tomando conta de mim não percebi que havia alguém na porta do quarto admirando aquela trepada. Só me dei conta daquela presença quando ouvi ele dizer “ agora entendo porque você está sempre sorridente nos sábados a noite” Ao ouvir aquelas palavras dirigidas ao padreco tomei um susto e tirei meu pau daquele cuzinho que piscava de tesão. Estava apavorado com o flagra e o que poderia acontecer. Era o outro padre que morava naquela casa e que pensei estivesse fora como das outras vezes. Sem aparentar nenhuma surpresa e ficando na mesma posição como se eu ainda estivesse enterrado naquele rabo ele sorriu pro outro padre e disse – você assustou o menino, o coitado já estava pronto pra gozar no meu rabo – o outro padre sorriu e olhando em meu olhos enquanto se aproximava disse – não precisa ficar assustado, eu só queria saber quem estava deixando o padre feliz todos os sábados – e levou sua mão até meu pau que tinha ficado mole com o susto. Ainda meio confuso olhei pro padreco com aquele cu arrebitado que sorrindo disse – eu não disse que nós iríamos cuidar de você, pois então, agora somos dois pra dar conta desse pecador - Entendi então que aquele flagra tinha sido planejado, e por essa razão não tínhamos ficado na sala, para que eu não visse o outro padre chegar. Fiquei aliviado com a revelação e meu pau já começava a ficar duro na mão do padre recém chegado. O padreco se levantou e beijando o outro padre começou a tirar sua roupa dizendo que ele ia sentir o que era ter um pau de verdade fudendo seu rabo. Passando a mão na bunda do meu padreco enquanto ele tirava o resto da roupa fizeram com que eu me deitasse novamente. As bocas daqueles dois amantes se alternavam pelo meu corpo chupando meus mamilos, meu pau e meu saco. Era maravilhoso sentir uma boca na cabeça do pau e outra no saco. Deixando caminho livre pro padre recém chegado o padreco se posicionou nas costas dele e enquanto ele sugava meu caralho com uma pratica que nunca tinha visto, o padreco fui chupando o cuzinho dele. Enfiava a língua nele e segurava seu saco. O padre gemia e rebolava enquanto me levava a loucura com sua boca. Depois de uns cinco minutos naquela putaria o padreco disse – agora esse cuzinho está prontinho pra receber um caralho de verdade – sem deixar que eu me levantasse o padre tirou a boca do meu pau e foi se posicionando para sentar no meu caralho. O padreco segurava firme meu pau direcionando ele pro rabinho que eu ia fuder. Aquela visão me deixava louco . Estava a ponto de gozar mas eles pediam que eu agüentasse porque queriam que eu inundasse o cu daquele padre com minha porra. O padreco ia segurando meu pau enquanto o outro ia descendo seu corpo no meu caralho.Custou um pouco pra passar a cabeça e o padre reclamou. O padreco, já experiente com meu caralho disse pra ele que logo a dor passaria e só ficaria o tesão. Eu queria meter meu pau de uma vez e como se tivesse percebendo isso o padreco disse – seja carinhoso com ele como você foi comigo na primeira vez – entendi seu recado de imediato e num movimento brusco com meu corpo pra cima enterrei meu caralho naquele cuzinho ainda mais apertado que do padreco. O padre gemeu e tentou sair mas foi seguro por mim e pelo padreco que agora beijava sua boca e dizia que aquilo sim era um pau de verdade. Aos poucos o padre foi se acostumando e pediu que queria que eu o comesse como estava fazendo com o padreco e se posicionou de quatro na cama. Enquanto me posicionava por trás dele o padreco deitou com a cabeça por baixo das pernas do padre, que se inclinou mais para a frente e pediu pelo meu pau. Encostei a cabecinha no seu cu e agora não precisei de muito esforço para que ele entrasse gostoso rasgando aquele cuzinho. Quando eu estava todo dentro dele o padreco levantou a cabeça e começou a chupar meu saco enquanto o padre chupava seu pau com meu caralho em seu cu. O tesão era enorme e os gemidos cada vez mais intenso. Comecei a dar estocadas cada vez mais rápidas e anunciei que estava pronto pra gozar naquele cuzinho. Ao ouvir isso o padre começou a gemer e rebolar mais intensamente e pediu que eu enchesse ele de porra. Nem bem disse isso e seu cu começou a apertar meu pau. Ele estava gozando e aquele anelzinho apertando meu caralho me fez urrar de prazer num gozo que parecia não ter fim. Minha porra já escorria pelas cochas do padre que gemia e rebolava, e o padreco fazia o possível para não perder nenhuma gota que saia daquele cu, e enquanto bebia minha porra encheu a boca do padre gozando e gemendo como uma cadelinha. Depois de uns dez minutos deitados uns sobre os outros eles resolveram que precisavam me dar um banho pra que eu pudesse ir embora, e esse foi sem dúvida o melhor e mais demorado banho da minha vida

Fonte: Contos Eróticos

EU CARLINHOS E O PADRE - Conto

Quase não consegui dormir naquela noite depois de todos os acontecimentos na casa paroquial ( FUI CONFESSAR E COMI O PADRE). Tinha sido um tesão enorme comer o padreco, e agora eu já me sentia homem de verdade, afinal tinha comido alguém pela primeira vez e queria mais. Meter era muito bom. Na manhã seguinte fui chamar o Carlinhos com a desculpa de jogarmos bola mas na verdade queria dar as minhas bolas pra ele, mas sabia que ele não iria ir muito além do que já tínhamos feito, que era pegar no meu pau, deixar eu passar a mão na sua bunda e no máximo dar umas encochadinhas. Jogamos um pouco e perdi de propósito a primeira para dar motivação a ele, que ficou dizendo que ia me encochar e eu teria que bater pra ele. Ganhei as duas seguintes e com isso o ganhador era eu. Como estávamos jogando na minha casa e sabia que meus pais tinham saído, levei ele pro meu quarto pra ele pagar a aposta. Mal entrei no quarto já fui sarrando ele que pedia pra eu parar mas meu pau tava num tesão só. Tirei minha roupa e fiz ele pegar mo meu pau, mandei ele tirar a bermuda dele e ficar de costas e deixar eu enfiar meu caralho entre suas pernas mas não havia como realmente meter naquela bundinha que me enchia de tesão. De tanta esfregação e tesão acabei gozando nas cochas dele e fiquei passando a cabeça molhada no reguinho dele, que rebolava mas não sedia. Disse a ele então que no dia anterior tinha ido me confessar e que o padre tinha dito que aquelas brincadeiras eram normal na nossa idade mas que precisaríamos ir os dois confessar com ele quando acontecesse novamente, e como seria uma confissão dupla teria que ser na casa paroquial. Ele ficou meio assustado e com medo do que o padre iria dizer mas consegui acalma-lo. Combinamos de ir no final da tarde quando eu sabia que o padre estaria lá e sozinho. O tempo demorou a passar e meu pau ficava latejando só de imaginar como tudo aquilo iria acabar. Por volta das 5 horas passei na casa dele e fomos pra casa paroquial. Carlinhos continuava com medo e fui conversando com ele dizendo que ele ia acabar gostando de confessarmos juntos, que o padre era legal e que ele não iria se arrempender. Chegamos na casa e o padre ao me ver sorriu maliciosamente eperguntou se tínhamos ido nos confessar, Eu disse que sim e que o Carlinhos iria confessar junto. Os olhos do padreco viado brilharam e mandou que entrássemos. Repetiu o mesmo ritual. Mandou sentarmos no sofá e foi buscar um suco. Eu sabia que na realidade além de pegar suco ele ia tirar a roupa e ficar só de batina. Quando ele voltou pude notar que havia um volume por baixo dela, o que significava que ele também já tava com tesão. Sentou-se entre nós e pondo uma mão na perna de cada um de nós disse pra ficarmos tranqüilos e falarmos tudo e que nada seria dito fora daquela casa. Olhou pro Carlinhos e perguntou se ele queria falar primeiro. Ele fez sinal que não com a cabeça ainda assustado e pediu que eu contasse primeiro. Sem ter tirado as mãos de nossas pernas e agora já alisando a minha chegando bem próximo do meu pau pediu que eu falasse. Disse a ele então o que tínhamos feito pela manhã e ele olhava pro Carlinhos perguntando se era verdade. Carlinhos gaguejando confirmou e o padreco pediu pra que nós mostrássemos como tinha sido. Carlinhos ainda mais apavorado e com medo do padre disse que tinha vergonha. Então o padre disse que ele então iria fazer de conta que era Carlinhos e era pra ele ir dizendo se era daquele jeito que tínhamos feito. Já cheio de vontade de pegar num caralho o padre me pediu pra ir mostrando nele como tinha sido. Disse que tínhamos tirado a roupa e o padre começou a tirar a minha. Meu pau tava duro como pedra e quando Carlinhos viu meu estado achou que o padre iria acabar com a gente. Ma pegando no meu cacete com muita vontade o padre perguntou se era daquele jeito. Não pude deixar de gemer com o toque daquela mão que eu já conhecia e disse entre gemidos que era. O padre perguntou ao Carlinhos a mesma coisa e ele com os olhos arregalados confirmou. O padre então pediu a ele que pegasse também porque aquilo era normal na nossa idade e pegando na mão dele colocou no meu caralho. Nossa... ter duas mão ao mesmo tempo no meu pau me levou as nuvens. Eu gemia. O padre tirou a mão dele e começou a tirar a roupa do Carlinhos que não fez nenhum movimento de recusa. O padre dizia pra ele ficar calmo que tudo aquilo era normal e pegou no cacete do Carlinhos que começou a endurecer. O Padre fazia movimentos leve de vai e vem no pinto dele e dizia pra ele fazer o mesmo comigo. Carlinhos começou a relaxar e gostando de estar sendo tocado pelo padre começou a fazer em mim os mesmos movimentos que recebia. Eu já não estava agüentado mais de tesão e queria meter no cuzinho do padre que até aquele momento ainda estava com a batina. Perguntou ao Carlinhos se estava bom e com a afirmação dele disse que iria ficar ainda melhor, e abaixando a cabeça colocou o pau dele na boca. Carlinhos gemeu de tesão. Tirando a boca o padreco disse a ele que fizesse o mesmo em mim e me pediu pra levantar sua batina. Ali estava novamente aquele rabo que eu havia comido no dia anterior e que queria comer novamente. Comecei a acariciar aquele rabo enquanto o padre forçou a cabeça do Carlinhos no meu pau. Ele me chupava e punhetava enquanto fazia o mesmo no Carlinhos. Comecei a dedilhar o cuzinho do padre que estava ficando cada vez com mais tesão. Perguntei a ele onde estava o gel e sem tirar o pau do Carlinhos da boca apontou pra gaveta. Carlinhos não entendeu nada mas já estava envolvido pelo clima de tesão e se contorcia com as chupadas que levava e me chupava ainda com mais vontade. Lambuzei o rabo do padre e pedi pro Carlinhos passar o gel no meu pau. Ele quis saber pra que e o próprio padre respondeu que era para dar mais tesão pra todos nós. O padre ficou de quatro na minha frente e pediu pro Carlinhos ajudar meu pau entrar nele. Carlinhos lambuzou meu caralho e foi direcionando ele pro cuzinho do padre, que rebolava e pedia pra eu meter gostoso como no dia anterior. Carlinhos ficou segurando meu pau enquanto eu ia enterrando ele no padre, que gemia e rebolava de tesão. Ele pediu pro Carlinhos ficar na frente dele que queria chupar o pau dele enquanto era comido por mim. Eu já não agüentava mais e estava a ponto de gozar. O padre começou a chupar o Carlinhos e pegando passando gel no dedo começou a acariciar o cuzinho do Carlinhos. Fui aumentando minhas estocadas enquanto ele aumentava a intensidade das chupadas no Carlinhos que foi relaxando o cuzinho até que o padre enfiou seu dedo nele. Foi o dedo entrar naquele cuzinho e Carlinhos gemendo de prazer encheu a boca do padre de porra. Com a gozada do Carlinhos o tesão do padre foi a mil e seu cu começou a piscar com força no meu pau que começou a inchar dentro daquele cu e explodir num gozo maravilhoso. Eu continuava estocando aquele rabo jogando cada vez mais porra dentro dele, e com porra sendo jogada ao mesmo tempo em seu cu e na boca o padre gozou sem nem tocar no seu pau..Ficamos alguns instantes engatados assim e ninguem perdia o tesão. Pedi pro Carlinhos vir tirar meu caralho daquele rabo gostoso e quando ele ficou a meu lado comecei a acariciar sua bunda. Agora ele não reclamava e enquando eu passava meu dedo em seu reguinho e procurava seu buraquinho ele dizia que meu pau era muito grande e devia ser difícil de agüentar. O padre com a voz ainda cheia de tesão disse que era maravilhoso ter um caralho entrando no cu e nada era difícil se feito com carinho. Disse que o pau dele também era bonito e devia ser muito gostoso também. Que se ele deixasse eu brincar no seu cuzinho ele deixaria o Carlinhos meter nele. Carlinhos imediatamente se posicionou atrás do padre mas ele disse que queria ver a carinha do Carlinhos comendo um rabo pela primeira vez. O Padre deitou de costas no chão e ficando de frango assado pediu pro Carlinhos fuder ele gostoso. Meio desajeitado mas cheio de tesão ele foi se enfiando entre as pernas do padre que com a mão direcionou o pau pra portinha de seu cu e pediu pra ele meter com vontade. Como aquele rabo estava totalmente lubrificado de gel e com minha porra que escorria pelas cochas do padre, o pau do Carlinhos deslizou todinho pra dentro. O padre gemia e rebolava. Vendo aquela cena toda e com todo tesão que tinha em comer o cu do Carlinhos passei mais um pouco de gel no meu caralho e lambuzei o anelzinho do Carlinhos. Ao sentir o gelado do gel no rabo Carlinhos olhou pra traz e percebeu o que iria acontecer. Com cara de muito tesão e sem parar de socar o pau no padre, pediu pra que eu fosse carinhoso com ele. Aquelas palavras foram a ordem que eu esperava. Pedi a ele que ficasse enterrado no cu do padre que eu iria colocar me cacete no seu cuzinho ainda virgem bem devagar, pra doer o mínimo possível. Comecei a pincelar aquele cuzinho com a cabeça e fui forçando aos poucos. Para me ajudar o padre ficava piscando seu cu no cacete do Carlinhos e dizia pra ele que ele iria adorar ter meu pau latejando dentro do seu cu. Carlinhos relaxou um pouco o rabinho e enterrei meu pau todo de uma só vez. Ele gritou de dor mas para que não saísse de baixo de mim soltei meu corpo sobre ele enquanto o padre segurava ele no seu cu. Ficamos alguns segundos assim e comecei a bombar seu cuzinho. Carlinhos começou a gemer mas agora de tesão e no meu embalo ele bombava o rabo do padre que gemia e pedia mais. Urrando de prazer o padre gozou na barriga do Carlinhos e com os movimentos do gozo do padre acabou gozando dentro daquele rabo. Como eu ainda não tinha gozado pedi ao Carlinhos pra ficar de quatro, o que ele fez rapidamente. Levando a mão pra traz colocou meu pau no seu cuzinho e pediu pra fuder ele como ele fudia o padre, que a essa altura já se posicionara por baixo do meu saco e lambias minhas bolas querendo engolir cada uma delas. Com os gemidos do Carlinhos, as lambidas do padre no saco e o tesão que eu tinha naquele rabinho não demorou muito e gozei novamente agora naquele rabinho, que a partir daquela tarde passou a ser meu e que comi por muito tempo, as vezes sozinho e as vezes com o padre, até o dia que fomos flagrados pelo outro morador da paróquia...

Fonte: Contos Eróticos

FUI CONFESSAR E COMI O PADRE - Conto


Depois de ler tantos relatos sobre experiências sexuais, resolvi que era hora de começar a contar as minhas. Como meu pseudônimo já diz, não sou mais um garoto mas também não aparento a idade que tenho. Idade, experiência e história, muitas historias. Mas vamos ao que interessa.

Como todo garoto na idade de começar a pensar e conhecer sexo, rolava muita sacanagem entre a molecada da rua onde eu morava, no início era só um ficar segurando o cacete do outro, tentar bater uma punhetinha que ainda estávamos aprendendo, ficar roçando o pau um no outro, e depois de algum tempo começamos a encochar uns aos outros, mas meter mesmo acabou não sendo com outro moleque.

Essas seções de sacanagem rolavam quase todos os dias da semana e no sábado, por sermos jovens com formação religiosa, íamos a igreja confessar as coisas erradas que tínhamos feito na semana.

Havia um padre, bem novo ainda, recém ordenado, que quando ouvia essas confissões, eu sentia que ele ficava meio inquieto, e dizia que embora aquilo fosse pecado não era dos mais graves e que era comum na minha idade, afinal ele próprio já tinha passado por situações parecidas. Como eu percebia sua inquietação, quando ia me confessar com ele acabava inventando algo mais das artes sexuais da semana e ele ficava mais inquieto, e como as confissões iam ficando mais quentes ele disse que, para que pudesse entender melhor o que acontecia e como durante o horário de confissão havia sempre muita gente pra ele atender, sugeriu que no final daquela tarde, por volta das 7 horas, eu fosse até a casa paroquial, onde ele morava com outro padre que estava em viagem naquele final de semana, para que eu pudesse fazer uma confissão mais completa. Achei meio estranho mas padre é padre, certo.

Fiquei um pouco curioso e ancioso com a penitencia que ele poderia me dar quando contasse minhas travessuras e pensei até em não ir, mas quando faltavam uns dez minutos pra hora marcada, eu já de banho tomado fui até a casa do padre, mas não podia imaginar o que me aguardava.

Chegando a casa paroquial ele me recebeu com um sorriso, de banho tomado e com um leve perfume e a túnica que os padres usam. Pediu que eu me sentasse num sofá na sala, trancou a porta e disse que iria pegar um refresco para tomarmos. Sentou-se ao meu lado e disse

- muito bem meu filho, aqui nesta casa é como se estivéssemos no confessionário, e tudo que for dito aqui ficará sempre somente entre o padre e você. Pode contar seus pecados

Meio sem graça comecei a relatar as traquinagens de todo moleque, e depois das coisas banais ele perguntou sobre os pecados sexuais. Fiquei meio constrangido afinal estávamos cara a cara mas comecei a contar.

- sabe seu padre, esta semana eu e o Carlinhos estávamos brincando de bola e resolvemos apostar quem era melhor, e quem fizesse um gol primeiro poderia pedir qualquer coisa pro outro. Eu fiz um gol primeiro e pedi para ele pegar no meu pinto.

O padre ficou meio inquieto, me olhou e disse

- pegar no pinto como, não estou entendendo direito. Era só pegar e pronto ou tinha que fazer mais alguma coisa
- era pra pegar e ficar alisando – eu disse – até que eu mandasse parar
- ainda não estou entendendo. Pra entender melhor e ver se o pecado é grave, vamos fazer de conta que eu sou o Carlinhos, está bom, afinal estamos na casa paroquial e isso vai ficar só entre a gente.

Fiquei ainda mais confuso mas obedeci e disse

- Carlinhos você perdeu então pega no meu pinto

O padre olhou nos meus olhos e disse

- é assim que devo segurar ? e pegou no meu pau por cima da minha calça.

Na mesma hora que ele pegou e começou a mexer, meu pau deu sinal de vida e começou a ficar duro Fiquei com medo da bronca mas o padre disse

- Não precisa ficar assustado, isso é normal, e para a calça não machucar seu pinto vamos tirar ela pra continuar.

Ele tirou minhas calças olhando em meus olhos, voltou a pegar por cima da cueca e perguntou

- Nossa, que pinto grande. O Carlinhos tirou a cueca também ?
- Sim - eu disse , e a essa altura o medo já dava lugar ao tesão

Ele tirou minha cueca, e meu pau que naquela época já tinha uns 18 cm e uma grossura considerável, ficou ali apontando pra cima. Ele pegou novamente e começou a me punhetar de uma forma que nenhum moleque antes tinha feito.

- Foi só isso que o Carlinhos fez – perguntou
- Não - eu disse já entendendo qual era a do padre viado – mandei ele acariciar e chupar

Era tudo que o padreco queria ouvir. Ele pediu que eu tirasse minha camiseta e reiniciou uma punheta deliciosa. Ele subia e descia a mão em volta do meu caralho duro como aço e com a outra mão acariciava meu saco, tocando uma bolinha de cada vez e com todo cuidado pra aumentar meu prazer.

- Que pau lindo que você tem meu filho. Dá vontade de engolir ele
- Ele esta ai pra você fazer o que quiser. Nunca ninguém me punhetou como você esta fazendo
- Então você vai ver o que mais vou fazer com ele – disse sorrindo

Meu pau já babava como se eu tivesse gozado. O padre viado abaixou a cabeça e começou a engolir meu caralho. Ele punhetava meu pau com a boca e a mão e ao mesmo tempo tocava no meu saco. Foi me chupando e me puchando do sofá até que estivéssemos deitados no tapete do chão, ai falou no meu ouvido.

- Quero que você tire a minha batina pra ver como estou por baixo

Tirei a batina dele sem que ele parasse de me punhetar ou chupar e por baixo dela ele não vestia nada. Ele já havia premeditado tudo

Voltou a chupar e punhetar e pediu pra que eu pegasse na sua bunda. Fiquei alisando aquele rabo enquanto ele me engolia e percebeu que eu estava prestes a gozar. Disse que queria tomar meu leitinho. Aumentou as chupadas e caricias no meu saco até que não agüentei e gemendo de prazer gozei rios de porra com jatos fortes em sua garganta. Ele também gemia e rebolava o rabo enquanto eu passava a mão nele. Continuou me chupando até enxugar a ultima gota e não deixou que me caralho ficasse mole. Fui ficando com tesão novamente e minha mão começou a se aproximar do cuzinho do padreco. Eu passava o dedo no seu anelzinho e ele gemia e apertava meu pau. Quanto mais eu acariciava seu anelzinho mais ele gemia. Comecei a forçar meu dedo no seu rabo e ele foi rebolando e gemendo, mostrando o que estava querendo. Ele pediu que eu abrisse a gaveta da mesinha que estava ao nosso lado e pegasse um creme. O KY estava ali esperando pra ser usado. Lambuzei meu dedo e fui enfiando no seu cuzinho. Ele gemia e me chupava. Forcei um segundo dedo e ele gemeu e rebolou ainda mais. Jä não agüentando mais eu disse que queria comer ele, mas que nunca tinha comido ninguem e ele precisava me ensinar. Os olhos dele brilharam por saber que aquela seria minha primeira metida. Pegou o KY, lambusou meu caralho que já babava novamente e se posicionou de quatro na minha frente. Fiquei de joelho por traz dele que pegou meu cacete e direcionou pra portinha de seu cu. Pediu que eu empurrasse meu pau no seu cu devagar porque fazia tempo que ele não dava. Fui colocando a cabecinha e o viadinho gemia e rebolava. A cabeça passou e com um grito ele pediu que eu parasse um pouco. Eu queria meter de uma vez e não estava ouvindo mais nada. A sensação de estar comendo um cuzinho era maravilhosa e eu não ouvi nada. Ele tirou a mão do meu pau pra se ageitar melhor e não pensei duas vezes. Enterrei todo meu cacete de uma vez naquele cu gostoso. Ele gritou, me chingou, tentou ir para a frente mas eu estava tomado e sem saber de onde tirei a força segurei ele pela cintura com meu caralho enterrado.

- Não era rola que você queria seu padreco viado, pois agora ele está enterrado no seu cu pra você ver o que é bom. Pode gritar egemer como uma putinha que não largo você nem seu cuzinho gostoso.

Aquelas palavras tiveram um efeito especial nele que parou de tentar sair e começou a rebolar no meu caralho e gemer de prazer. Comecei um vai e vem gostoso e a cada estocada ele gemia, rebolava e dizia – Vem meu filho, como o cu desse viadinho, hoje e quando você quiser. Me fode gostoso. Mete gostoso nesse rabo.

Eu aumentei as estocadas e comecei a sentir o cuzinho dele a piscar. Acelerei o vai e vem e num urro ele disse que estava gozando sem nem tocar no pau dele. Quando ele disse isso meu tesão foi a mil e gozei novamente, enchendo aquele cuzinho de porra quente. Ele se apertau mais em mim até sentir a última esguichada no seu rabo. Tirou meu pau do seu cu e lambeu ele até que não sobrasse nehuma gotinha de porra pra escorrer. Ele ainda tremia de tesão e disse que a partir daquele dia eu tinha que me confessar diariamente com ele. E foi o que fiz. Confessei em todas as posições que pode existir, e até levei o Carlinhos verdadeiro pra confessar junto, mas isso é uma outra confissão...

Fonte: Contos Eróticos

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Eu e meu primo na fazenda - Final [Contos Eróticos]



Bem, não encontrei meu primo desde que ele se casou e foi para outra cidade em 2006. O pior é que fui padrinho de casamento do safado. Fui morar em Guaratinguetá, interior de São Paulo, onde estou até hoje. E ele mora atualmente em Varginha.
No fim de 2009, como de costume toda a família se reuniu para esperar a passagem de ano na mesma fazenda onde descobri o amor entre dois homens, entre dois primos. Pensei que ele não viria para as festas, e se viesse, traria toda a família.


Cheguei à fazenda, no dia 30 de dezembro de manhã e toda a família já estava lá preparando pratos maravilhosos e tal.
Depois do almoço chegou um carro e eu estava com meus primos menores dando alguns ajustes e pintando a casa da árvore. Quase cai lá de cima quando vi Adriano cumprimentando a família. Sozinho!!!

Quis me esconder, pois sabia que estava vermelho, ofegante. Minha família não sabe de mim até hoje, e prefiro que não saibam. Adriano entrou na casa e eu desci da árvore. Arrumei uma desculpa, peguei o carro e desci para o centro da cidade. Enrolei, vi alguns amigos mas não teria como escapar. Meus pais e toda a família iriam dormir na fazenda. O que eu ia fazer. Peguei o rumo da fazenda e fui tendo na cabeça que ele era um homem casado, pai e que não iria rolar nada. Absolutamente nada.


Entrei na cozinha, meus tios jogando baralho. Minhas tias cozinhando e ele, esquentando fogão de lenha. Sem graça fui até la:
-Adriano, quanto tempo cara, tudo bem com você? E sua esposa e seu filho?
-Minero, verdade fera, nunca mais te vi. Você ta bonitão heim. È de família mesmo né?
Pensei comigo, provoca mesmo filho da mãe!
-Então, Lucia ficou na casa dos pais delas e vim passar com vocês aqui. Fico até dias 3 e você?
Minha vontade era de responder que já estava indo embora, ele estava mais lindo do que antes.
-Vou embora dia 5.


Fui falar com outros parentes que chegavam mas quando olhei, Adriano não tirava o olho de mim. Deu-me o mesmo frio na barriga de cinco anos atrás.
Passei a tarde toda fugindo dele, mas eis que perto de minha mãe e de meu pai ele fala:
-Minero, vamos para o pomar, chupar laranja. Disseram que estão caindo de tão madura.
-Vai lá cara, to cansadão.


Minha mãe:
-Para de preguiça e vai lá com ele. Aproveita e traz um balde cheio para que eu possa fazer bolo.
No meio do pomar ele fala:
-Não consigo te esquecer, sonho com você e com nossas aventuras. Desejo-te muito.
-Não vou mentir que não sinto o mesmo, mas você é casado e sua esposa é ótima.
-Forcei para que ela não viesse e torci para que você estivesse aqui e sozinho. Não quis nem saber de outro homem. Ou era você e eu, ou era minha mulher.


-Adriano, não...
Antes mesmo que pudesse falar alguma coisa, ele me abraçou e me deu um beijo. O beijo que eu estava sonhando e esperando. Larguei o balde e as laranjas caíram no chão. Segurei em seu corpo e o apertei. O tesão veio à tona. Fomos para trás do bambuzeiro, na beira do rio. Arranquei a camisa dele com tanta intensidade e desejo. Beijei seu corpo musculoso. Ele gemia de prazer. Estávamos de pé em cima de uma pedra gigante.


Puxei para o chão. Deitei sobre ele e beijei. Beijei como se fosse a primeira e última vez. Desci pelo seu peito, barriga até chegar ao seu pau. Que pau, melado, pulsando. Engoli com tanto desejo que quase engasguei. Virei meu corpo e dei meu pau para que ele chupasse. Que 69.
-Quero você, sempre quis. Quero comer e dar pra você.
Estávamos embriagados de prazer. Atolei meu dedo no cu dele e o chupei. Ele tremia de tesão. Peguei-o de quatro e meti. Meti e prendi meu corpo no corpo dele. Abraçava, beijava sua nuca e socava meus 18 cm no seu cu.


-Agora sou eu, tenho sonhado com seu cuzinho.
Ele deitou e eu sentei nele. Seu pau deslizou em meu cu e sumiu.
-Como sonhei com este cu apertando meu pau.
Senti o pau dele pulsando dentro do meu cu e crescendo cada vez mais. Apertava seu pau no meu cu e ele, nossa, só não gritou pois se não iriam pegar a gente.


Trepamos como dois loucos. Como dois cachorros no cio e gozamos.
Depois disso até o dia 3 transamos pelo menos umas 10 vezes. De dia, de tarde e até de madrugada. E lógico, tivemos que transar na cachoeira, onde tudo começou.
Não sei quando vou voltar a vê-lo, mas se gostaram da história e se estiverem a fim de me conhecer, é só add o msn: minerocarente@hotmail.com

Eu e meu primo na fazenda [Contos Eróticos]


Quando tinha 18 anos, passava todo fim de semana na fazenda dos meus avós, no sul de minas. Era uma enorme fazenda com um rio passando nos fundos. Meu avô trabalha com gado leiteiro e meus tios ajudam na ordenha das vacas. Meu primo que na época tinha 21 anos, morava com seus pais na fazenda e lidava com os trabalhos rurais também. Ele era, e é ainda muito lindo, musculoso e moreno queimado de sol. Nunca havia pensando em ter nada com outro cara. Eu tinha até uma namoradinha nesta época.

Em uma sexta-feira, lá pelas 4 horas da tarde do horário de verão, ele já havia acabado com suas obrigações e me chamou para ir na cachoeira dar um mergulho como de costume. Estava muito quente e sempre fazíamos isto. Fomos em apenas um cavalo. Fui em sua garupa. Na cachoeira, como de costume, nadamos de cueca, pois só estávamos nos dois no local. Começamos a brincar de lutinha e a ver quem dava caldo no outro.

Ele, com aquele corpo todo me prendeu em seus braços e me coxou muito apertado. Tentei me soltar mas não conseguia. Me afundou varias vezes. Eu estava colado em seu corpo. Por me mexer muito, senti seu pau endurecendo, roçando em minha bunda. Achei muito estranho. Com muito custo me soltei e sai da água. Deitei na pedra para me secar e quando olhei, ele estava se punhetando dentro da água. Senti um frio na barriga. Fechei os olhos e fiquei ali deitado.

Ele saiu da água bem quietinho e se deitou ao meu lado, pelado. Pegou minha mão e levou até seu pau. Que pau grosso e grande. Levei um susto mas fiquei na mesma posição de olhos fechados. Ele retirou meu pau da cueca, que já estava melado e começou a me punhetar. Achei estranho, esquisito mas fiquei ali com ele nesta brincadeira.

Ouvimos um barulho de carro na estradinha logo acima e colocamos a roupa rapidamente. Resolvi ir embora. Estava confuso. Ele foi embora também e insistiu que eu fosse com ele a cavalo, já que era uma caminhada de 30 minutos pelas montanhas. Subi no cavalo e por mais que eu tentasse, não conseguia ficar sem encostar em seu corpo. Comecei a reparar em suas costas, em seus braços, em seu corpo e lógico meu pau ficou duraço. E ele ia muito devagar de propósito. Vendo que eu não falava nada ele falou:

-Relaxa, isto que aconteceu vai ficar entre nós dois e se você não gostou, nunca mais encosto em você. Fiquei quieto, não sabia se eu queria de novo.
Já na fazenda, a noite, todo mundo foi dormir, inclusive o Adriano, meu primo gostoso. Fiquei enrolando na beira do fogão de lenha para ter certeza que Adriano estava dormindo pois eu sempre dormia no quarto dele, só que em camas separadas.

Entrei no quarto bem quietinho, fechei a porta e me deitei na minha cama, segurando até a respiração. Mas não adiantou nada. Ele estava me esperando, pelado. Senti que ele estava na minha cama. Me deu um frio e um tesão que nem tenho como explicar. Ele se deitou em cima de mim e encostou seu rosto em meu peito. Sua respiração estava ofegante, e a minha nem preciso falar né? Encostei a mão em seu rosto e sentir aquela barba por fazer, foi de mais.

Acariciei seu rosto e ele para retribuir, beijava meu pescoço, meu peito...De repente ele sobe e começa a me beijar intensamente. Nossas bocas se fundiram em um beijo que me arrepiou inteiro. Suas mãos percorriam meu corpo tão intensamente que estava me dando choques de prazer. Deslizei minhas mãos em suas costas, em seu corpo. Tive a certeza que gostava de homens ao sentir seu rosto e sua barba roçando no meu pescoço, me entreguei.

Ele desceu pelo meu corpo beijando até encontrar meu pau e cair de boca. Chupou com muita vontade, passava a língua, me arrepiando. Pediu para me virar, virei e ele descobria todo meu corpo com a boca. Dos pés até minha nuca. Quando passou a língua no meu cu pedi que não parasse. Quanto mais lambia meu cu, com mais vontade de senti-lo dentro de mim eu fiquei. Foi subindo pelas minhas costas até beijar minha nuca e atrás de minhas orelhas.

Seu pau de 19 cm e grosso foi encaixando na minha bunda que já estava toda molhadinha. Seus beijos em minha nuca me fizeram arrebitar a bunda e desejar seu pau que foi entrando tão devagarzinho que pode sentir cada centímetro rasgando meu cu.
Me abraçou, me apertou e metia com toda vontade e falou;
-To esperando este momento já faz muito tempo. Quero você todo dia
Me colocou de quatro e meteu, enlouquecidamente. Sentia dor misturado com tesão. Que momento. Que tesão.

Queria come-lo também. Pedi tanto que ele topou. E enfiei meu pau com tanto cuidado nele e bem devagar que ele rebolava. Grudei em seu corpo, abracei e o apertei. Pedi para que isto acontecesse todo dia. Queria te-lo. Queria come-lo, queria dar para ele todo dia.
Pediu para que eu sentasse em seu pau para que ele pudesse me punhetar e gozar. Nussa....deitei sobre seu corpo com seu pau atolado em meu cu e ele me punhetando. Não agüentei de tesão e gozei como nunca tinha gozado antes.

Ele sentindo meu tesão gozou dentro de mim. Senti meu cu enchendo de porra quentinha. Que tesão. O filho da mãe me segurou nesta posição e pediu para que eu ficasse assim com ele por mais um instante até seu pau amolecer dentro de mim. Nussa...me acariciava, me beijava, me apertava. Passei a amar meu primo, seu pau e sua bunda.

Ficamos juntos uns dois anos até ele se casar e mudar de cidade. Encontrei com ele no fim de ano de 2009 e nos pegamos mais um vez no pomar da fazenda. Foi mais intenso, mais gostoso e muito mais amoroso. Mas esta é uma outra historia que posso contar se vocês quiserem.

Sou o Minero, tenho 25 anos e meu msn é minerocarente@hotmail.com
Sou tranqüilo, homem de verdade e quero encontrar um cara para viver bons momentos juntos.
Lembre-se: sexo seguro, sempre com camisinha.

Presente de aniversário [Contos Eróticos ]


Com o salão de festas já cheio, fui até o banheiro para molhar o rosto e sair daquele falatório. Ao entrar deparo com Cássio que, antes que eu fizesse menção de sair, segurou-me pelo braço dizendo que o aniversário era meu, mas quem ganharia o presente seria ele.

Tímido desde criança, cheguei aos dezoito anos sem ter um grande círculo de amizades, pois, na escola, sempre escolhia ficar só. Com um livro sentado no jardim admirando e invejando os grupos que se formavam alegremente por todos os cantos, percebia, de vez em quando, muito próximo a mim, a presença de Cássio, um colega de classe e vizinho de prédio no condomínio onde moramos, que vivia fazendo abdominais e levantando qualquer peso que encontrasse.

Sem entender bem o que estava acontecendo, me vi envolvido nos braços dele que, de pau duro me pegou por trás e começou a me encoxar, me apertar e esfregar o pau na minha bunda. Sempre tive muito tesão por ele, porém, nunca tocamos no assunto. Apenas nos víamos, simplesmente.
Sua voz tinha um quê de sussurro porém autoritária: -Vira aí, ajoelha e mama neste pau! Chupa gostoso!

Sem que eu conseguisse esboçar a mínima reação, lá estava eu, de joelhos, tentando fazer com que a cabeça do pau dele entrasse na minha boca. Era uma cabeça enorme, rosada e brilhante. Com movimentos pulsantes seu pau entrava e saía da minha boca fazendo com que eu ficasse muito excitado.

Ele me tratava como se eu fosse uma putinha, como se eu tivesse toda a experiência do mundo. Mal sabia ele que era a minha primeira vez. -Levante e abaixe a calça que eu vou comer seu cu!, dizia ele. Não obedeci e continuei mamando naquele pau que estava cada vez maior e mais duro. -O menino gosta de sorvete né?, ironizou ele. -Então toma sorvete!, disse puxando a minha cabeça em direção ao seu pau e fazendo com que chegasse na minha garganta e me sufocasse.

Repetiu este movimento várias vezes e ordenou novamente: -Agora levante e abaixe a calça que eu vou comer seu cu! Desta vez obedeci. Abaixei a calça e a cueca e Cássio me pôs de quatro, no chão, e sem dó meteu aquele cassete no meu cu fazendo com que eu gemesse alto. Ele meteu com força, mas não conseguiu enterrar tudo. Tirava tudo e metia de novo. Foi assim até colar o seu corpo ao meu e enfiou quatro dedos na minha boca ao mesmo tempo que estocava cada vez mais violentamente seu pau no meu rabo.

Doía, doía, mas, ao mesmo tempo que eu sentia o calor do seu corpo sobre o meu, sentia sua respiração na minha orelha e ouvia seus sussurros e ficava cada vez mais excitado. -Que cuzinho apertadinho!, exclamava. -Você agora vai ser só meu. Só eu vou comer este cuzinho. Seus movimentos tornavam-se cada vez mais frenéticos. Sua respiração cada vez mais ofegante e seus braços cada vez me apertavam mais.

Meu pau estava tão duro que até doía. Quanto mais Cássio falava, mais excitado eu ficava. Quanto mais eu sentia o contorno da cabeça do pau dele dentro de mim, mais eu sentia que o gozo se aproximava. Cássio fazia tanta força que eu sentia cada pentelho seu na minha bunda.

De repente ele encaixa suas mãos por debaixo dos meus ombros, me puxa para trás fazendo entrar o último centímetro do seu pau e anuncia: -Vou gozar! Foi como mágica! Imediatamente, senti meu cu se contrair e produzir um gozo tão intenso como nunca havia experimentado antes.

Cássio gemia e me apertava enquanto sentia as pulsações do seu pau dentro de mim. Ele teve um gozo interminável. Seu corpo foi ficando pesado sobre o meu, sua respiração foi voltando ao normal e muito lentamente foi retirando o pau do meu cu. -Quebrei o seu cabaço, disse ele enquanto limpava o pau dentro da pia.

Eu não respondi nada, sequer me atrevi levantar o olhar. Suas mãos seguraram meu rosto e diferentemente daquele tom autoritário, docemente me pediu para olhar nos olhos dele. Levantei os olhos timidamente em direção aos dele e depois dos seus lábios tocarem os meus ouvi: -Obrigado pelo presente. Saiu do banheiro e somente quando eu estava me limpando entendi o seu comentário. Meu cu sangrava.
Fonte: G Online

domingo, 2 de janeiro de 2011

O Loirinho do cursinho


Bom, essa é a primeira vez que escrevo um conto, então deixem que eu me apresente. Meu nome é Eduardo e atualmente estou com 19 anos. Sou branco, com 1,85m de altura, cabelos cacheados (mas eu deixo a cabeça quase raspada) e olhos castanhos. Tenho um corpo legal, faço musculação há 4 anos e pratico Jiu- Jitsu há 2. Dote normal, com 17,5cm.
Eu acho que sempre soube que gostava de garotos, mas sempre fui de boa. Dei meu primeiro beijo aos 14 anos com um garoto que conheci num chat, e minha primeira relação sexual aconteceu no ano seguinte. Foi com um cara 3 anos mais velho, na qual eu fui passivo. Pra falar a verdade, não foi uma experiência muito boa. Não por ele, mas simplesmente não era minha praia.
Depois, no mesmo chat, eu conheci aquele viria a ser meu primeiro namorado: Lucas, que era um ano mais velho. Nós namoramos por quase dois anos e tivemos uma vida sexual bem aproveitada. Sempre fui ativo com ele, e ele sim sabia ser uma putinha na cama. Adorava ser fodido mais de uma vez no mesmo dia e depois tomar meu leite. Ele me deixava louco. Na verdade deixa até hoje.
Bom, como o que é bom dura pouco. A gente começou a brigar muito, principalmente por ciúmes (de ambas as partes), até que ele deu um fim. Eu fiquei malzão de verdade, na fossa por um mês, já no fim do ano. Foi foda começar o ano seguinte daquele jeito.
Quando eu finalmente superei o Lucas, já tava fazendo cursinho pré-vestibular. Nova fase, gente nova, e um monte de caras gatinhos. Foi foda. Eu tava há uma cota sem transar e ali meu tesão foi a mil. Tinha horas que eu não conseguia estudar! E aí eu comecei a ficar desesperado.
Por esses dias, eu comecei a perceber que tinha um moleque que ficava meio que de olho em mim. E ele era uma delícia: loirinho, de cabelos encaracolados, rosto angelical, olhos verdes e um pouco mais baixo que eu. Reparei mais nele e fiquei louco naquelas coxas grossas e naquela bundinha redondinha. Ele ficava a maior parte do tempo sozinho, não tinha feito amigos no cursinho. Era tímido pra caralho!
Mas o fato é que eu comecei a ficar louco nele, principalmente quando vi que ele tava mesmo me dando mole com aquele jeitinho. Passou uns dois meses e eu louco pra pegar ele, me esgotando na punheta, até que eu pude me aproximar.
Foi logo na segunda feira. Tinha sido mó fds chato e eu só tinha saído no sábado pra fazer simulado (vida de vestibulando é foda). A segunda começou no maior frio, caindo mó garoa chata. Minha sorte foi que meu pai me deu uma carona até o metrô, então eu cheguei no horário. Como sempre, sentei lá na terceira fileira e fiquei conversando com duas amigas enquanto a aula não começava.
Uns segundos antes do professor entrar na sala, o loirinho chegou todo apressado. Ele ficou no corredor, procurando um lugar e foi sentar justo do meu lado, mesmo com um monte de carteiras mais atrás. Eu agi naturalmente e a aula começou em seguida. Era Gramática, um porre. Prestei atenção forçando, de vez em quando olhando pro moleque, bem de soslaio. Depois veio Física e aí eu acordei.
Era aula pra resolução de exercícios. O professor passou uma lista e deu um tempo pra gente fazer. Os primeiros foram sossegados, mas depois começou a ficar tenso. Minha atenção se desviou pro lado e eu vi que o loirinho ainda tava no terceiro exercício, girando o lápis na mão. Nessa hora, ele percebeu que eu tava olhando e me olhou de volta, tímido. Eu dei um sorriso e decidi puxar um papo:
- Tá foda, né?
- Não tô conseguindo fazer. - Ele disse - Odeio Física, cara.
- Afim de ajuda?
Ele concordou com a cabeça, e eu mostrei minhas resoluções, explicando como fazer. Ele demorou a entender, mas pareceu absorver alguma coisa. Parei quando o professor chamou a atenção pra resolver os exercícios na lousa.
Ele veio puxar assunto comigo quando a aula acabou. Se chamava Rafael e queria fazer Arquitetura. Conversamos mais um pouco e só paramos quando a aula seguinte começou. Na hora do intervalo eu saí pra comprar um suco na cantina e ele me acompanhou. Ele gostava da minha conversa e, logo que o analisei melhor, percebi que ele também curtia garotos, embora fosse tímido.
No dia seguinte foi a mesma coisa. Conversamos mais um pouco e eu o ajudei a fazer mais alguns exercícios. Vi ali uma chance e perguntei se ele não queria ficar comigo no cursinho à tarde, na sala de estudos, pra estudarmos juntos. Eu tinha que ficar mesmo, e ele concordou, dizendo que a mãe dele tava cobrando bastante e que queria se aplicar mais. Nem fomos almoçar quando terminou a última aula e saímos direto pra lá.
Ficamos estudando na sala de estudos até umas duas da tarde e aí começou a me bater a maior fome. Pensei em chamar ele pra sair e comer alguma coisa, mas tive uma idéia melhor. A gente tava bem no meio da matéria que ele tinha mais dificuldade quando eu olhei o relógio e disse que precisava ir pra casa almoçar, porque já tava até de estômago roncando. Ele fez mó carinha triste, e aí eu vi a chance. Disse que minha casa tava vazia e que se ele quisesse podia ir comigo estudar o resto da tarde sem problemas. Eu até chamei ele com um tom de voz diferente, mais sugestivo. Ele aceitou.
Pegamos o metrô e fomos conversando. Eu comecei a perguntar mais sobre a vida dele, e tal. Ele me contou que os pais eram divorciados e que morava só com a mãe, já que o pai não dava a mínima pra ele. Percebi que ele era bem carente, até pra se abrir comigo daquela forma. Me senti meio cafajeste em me aproximar do menino só pelo tesão, mas meu instinto tava falando mais alto.
Quando chegamos no apê, disse a ele que ficasse à vontade. Ele se sentou no sofá, todo acanhado, e eu levei um refrigerante pra ele enquanto requentava meu almoço. Sentei no sofá com o prato no colo e liguei a TV num filme qualquer pra passar o tempo. Reparei que ele ficava me olhando de soslaio, tentando disfarçar, e continuei almoçando. Quando terminei, reparei que ele tava rindo.
- O quê foi? - Perguntei.
- Cara, até seu queixo tá sujo de molho.
- Sou meio ogro quando tô com fome. Vai abrindo as apostilas aí que eu já volto. - Eu ri também e fui na cozinha deixar o prato. Aproveitei pra tirar a camisa (abrindo oportunidades). Quando voltei pra sala ele ergueu a cabeça e me deu uma olhada. Ficou vermelho, mas tentou disfarçar. Eu sentei no sofá do lado dele.
- Esse apê é muito quente. Você se importa? - Perguntei.
Ele balançou a cabeça, muito sem jeito, mas visivelmente gostando da situação. Tava chegando perto.
Abrimos as apostilas, cadernos, e a sala virou uma bagunça. Começamos pelas Exatas, e eu logo sentei mais pra perto dele, pra “ficar mais fácil de explicar”. Tava complicado. Ele ali do meu lado, meu pau estourando na cueca. E ele tava percebendo. Tava todo tenso, mas tudo indicava que tava gostando, já que não tinha se afastado. Mesmo assim, eu tava ligado que nenhuma iniciativa ir vir dele. Eu ia ter que agir.
Passei a mão em torno da cintura dele e ele arrepiou todinho. Eu me aproximei mais e expirei no pescoço dele. Ele virou o rosto também, me olhando nos olhos. Ele tava tremendo. Eu levei a mão até o rosto dele, passei o polegar nos lábios e fui deslizando até chegar nos cabelos, puxando devagar na direção do meu rosto. Ele não resistiu, se entregou ao meu beijo.
Ficamos assim por uns minutos: ele completamente entregue, enquanto eu dava um beijo caprichado. Devagar, coloquei a mão por baixo da camisa dele e fui acariciando a barriga, o peito, passando o dedo ao redor dos mamilos. Ele se arrepiava com o meu toque.
Parei de beijar e fui puxando a camisa dele, tirando. Ele se aproximou, querendo me beijar de novo mas eu o segurei. Eu queria mais, precisava de mais e não ia conseguir manter aquele “amasso romântico”, até porque o tempo era escasso. Tinha que tomar as rédeas da situação, e foi o que eu fiz. Fiquei em pé na frente dele e abri a calça. Automaticamente ele começou a apalpar o meu pau por cima da cueca. Eu sorri e baixei a cueca, junto com a calça. Meu pau despontou na direção dele, duro, em posição de sentido. Ele ficou encarando, engolindo em seco.
- Pega nele, cara. - Eu disse. - Olha como eu tô por sua causa. Dá uma pegadinha, vai.
Tremendo, ele agarrou a vara com uma mão: primeiro mó desajeitado, mas depois apertando de leve, começando um vaivém devagar. Meu pau pulsava a cada apertão que ele dava.
- Cara, que gostoso. - Ele disse sem olhar pra mim, vidrado no meu orgão na mão dele.
- Vem cá, vem. - Eu puxei ele pela cabeça devagar, mas ele hesitou.
- Eu nunca fiz isso antes. - Ele me olhou com mó carinha de inseguro.
- Quer que eu te ensine?
Ele fez que sim com a cabeça.
- Então molha os lábios.
Ele me obedeceu, e eu aproximei a rola do rosto dele, passando a cabeça nos lábios dele. Ele fez menção de se afastar, mas logo entrou de cara na coisa e deixou eu pincelar seus lábios, seu queixo. Mandei ele molhar os lábios de novo e quando a língua apareceu, eu passei a cabeça da rola. Ele abriu mais a boca e foi lambendo a cabecinha, tímido.
- Agora segura, vai. - Eu mandei.
Ele segurou e foi abrindo mais a boca, chupando quase até metade da rola. Desajeitado demais, mas muito gostoso. Eu coloquei as mãos na cabeça dele e fui cadenciando os movimentos num vai e vem. Quando meu pau chegava mais pro fundo da garganta ele engasgava, e eu logo tirava. Ele tava vermelho.
- Como você é safado, cara. - Ele tossiu. Eu ri e tirei a calça.
- Vem cá, vem.
Peguei ele pelo braço e fui levando até meu quarto. Minha cama é de solteiro, mas ia ter que dar pro gasto. A opção era ir pro quarto dos pais, o que eu não achava legal. Logo quando ele entrou, eu fiz ele sentar na minha cama e tirei a calça dele, jogando em cima da escrivaninha do PC. Olhei pra ele com mó sorrisão de lobo e agarrei o pau dele: devia ter uns 15cm e era rosinha. Fui punhetando ele devagar.
- Deita na cama.
Quando ele deitou, eu ergui as pernas dele e afastei as nádegas pra deixar o cuzinho à mostra: botãozinho rosa, apertadinho. Lambi os dedos e comecei a fazer pressão devagar. Ele deu um gritinho, como se levasse um choque. Eu ri.
- Como você é gostoso, moleque. Faz tempo que eu tô louco pra te pegar.
- Eu sempre te achei um tesão, Eduardo. Nunca tive coragem de puxar assunto com você. Nem acreditei quando você me deu atenção.
Enquanto ele falava, eu fui enfiando um dedo devagar. Ele gemeu alto e eu tapei a boca dele com a outra mão.
- Geme baixo, o outro apartamento é aqui do lado.
Ele fez que sim com a cabeça e fechou os olhos. O cuzinho piscava, apertava meu dedo e eu aproveitei pra deslizar mais um. Ele fez cara de dor.
- Cara, eu sou virgem.
- Eu sei disso. - Sorri pra ele.
- Eu tô com medo.
- Relaxa, Rafinha. A gente vai fazer devagar, bem gostoso. Se você quiser que pare, eu paro. Não quero te machucar. Mas duvido que você vá pedir pra parar.
Eu tirei os dedos e deitei em cima dele, dando um beijo naquela boquinha gostosa. Ele tava entregue de novo. Aproveitei pra sussurrar no ouvido:
- Eu vou pegar umas coisas e já volto. Me espera aqui, putinha.
Ele fez que sim e levantei e saí do quarto, rumo ao quarto dos pais. Eu sabia onde meu pai guardava as camisinhas e peguei logo duas. Voltei pro quarto e ele tava sentado, me esperando. Abri a escrivaninha e peguei um tubo de KY que eu tinha guardado. Tava na metade, última vez eu tinha usado com o Lucas. Mandei ele virar e ficar de quatro. Ele não perdeu tempo e obedeceu, empinando aquele botãozinho virgem pra mim.
Eu lambuzei a mão com KY e fui dedando ele devagar. Ele começou a gemer baixinho e, logo em seguida, a rebolar, acompanhando o movimento do meu dedo.
- Tá doidinho, né? - Virei um tapa na bunda dele e ele olhou pra trás. Tava mordendo o lábio, cheio de tesão.
Era a hora. Abri a camisinha e coloquei. Passei um pouco de lubrificante extra pra garantir e encostei a cabeça no cuzinho dele. Empurrei devagar, ele resistiu.
- Relaxa, Rafinha. Relaxa.
Ele relaxou e eu aproveitei pra empurrar com mais força. A cabeça deslizou pra dentro e ele fez menção de gritar alto, mas deve ter lembrado que eu mandei gemer baixo e sufocou o grito. Passei as mãos nas costas dele e acariciei seus cabelos, mandando ele relaxar e enterrando mais um pouco.
- Cara, tá doendo.
- Dói no começo, mas calma. Só relaxa.
Fui indo devagar, mas sem parar. Ele tentou fugir e eu segurei ele pela cintura. Quando tinha enterrado tudo, encostado as bolas na bunda dele eu parei, respirando fundo. Ele tava chorando baixinho.
- Vou deixar um pouco assim, pra você acostumar.
Ele não respondeu, as mãos apertando o colchão. O anel piscava, apertava minha rola. Ficamos assim por uns cinco minutos, eu alisando as costas e a bunda dele, até que ele começou a rebolar devagar. Respondi com um vai e vem no mesmo ritmo, ele dando aqueles gemidinhos fracos até se soltar aos poucos. Logo, ele começou a empurrar a bunda pra trás, pedindo pra ser fodido. Era isso que eu queria.
Comecei a socar mais forte, batendo o saco na bunda dele, segurando ele pela cintura pra manter o ritmo.
- Ai Edu! Devagar... - Ele gemeu, mas eu nem dei bola. Eu tinha me refreado demais, e agora precisava me soltar. Meu pau pulsava dentro dele, mas eu não queria gozar ainda. Precisava dar um trato responsa naquele lolito. Ia fazer ele viciar na minha rola a ponto de não querer mais outra coisa. A primeira vez dele ia ser inesquecível.
Saí de dentro dele e sentei na cama. Ele tava vermelho, as lágrimas ainda em volta dos olhos.
- Senta aqui, de frente.
Eu ia foder ele do mesmo jeito que gostava de foder o Lucas. Ele se posicionou, de frente, e eu encaixei a cabeça do pau. Ele foi sentando devagarzinho, tinha dores ainda. Aproveitei pra beijar ele e falar umas sacanagens no ouvido, pro moleque se soltar. Logo, tava enterrado até o talo.
- Que delícia, cara. Tô ficando louco com essa putaria toda. - Ele gemeu no meu ouvido e eu apertei a bunda dele com as mãos, fazendo ele rebolar. Olhei nos olhos dele e fui guiando os movimentos, fazendo ele sentar gostoso na minha rola, cavalgar. De repente o moleque apertou minhas costas, me arranhando, e na hora ele gozou, esporrando no meu peito inteiro. O cuzinho dele apertou e eu gozei também, apertando forte a bunda dele, soltando toda a gala que eu tinha acumulado desde o Lucas.
Ele levantou e eu olhei no relógio, apreensivo. Faltava pouco pras cinco horas, e minha mãe chegava às seis. Tinha um tempo ainda.
- Você é um putinho muito gostoso, Rafa. - Eu olhei bem nos olhos dele. - Vou querer comer essa bundinha todo dia, agora.
Ele riu e eu levei ele pro chuveiro. A gente tomou um banho caprichado e ele tirou toda a porra do meu peito. Lavei aquele corpinho todo, dando um cuidado especial no anelzinho que eu tinha desvirginado: ele dando gritinhos com meu toque.
Nos secamos e nos vestimos. Mandei ele secar bem o cabelo, pra disfarçar bem. Quando minha mãe chegou, apresentei meu novo amigo e ela foi simpática, como sempre. Se desconfiou de algo, não demonstrou. Uma hora depois ele disse que tinha que ir embora e eu acompanhei ele até a estação de Metrô. No caminho fomos conversando, e ele me disse que eu tinha sido o primeiro garoto que ele beijou, e que antes só tinha ficado com uma prima, mas que sabia que não gostava de mulher. Eu contei pra ele sobre minha primeira vez e falei um pouco sobre o Lucas. Minha voz ficou diferente quando falei dele e o Rafa reparou. Foi engraçado que ele pareceu ter ciúmes.
Na estação, ele perguntou se as coisas continuavam normais entre a gente, se a gente tava ficando ou algo assim.
- Melhor conversar sobre isso outro dia. - Respondi - Amanhã no cursinho a gente se vê.
- Vai me chamar pra estudar de novo? - Ele fez uma carinha de safado que tornou a me deixar louco. Eu sorri.
- A gente vê.
Claro que eu chamei. Tinha muito a aproveitar daquele loirinho, mas isso é outra história.

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